Estudantes desperdiçam pontos em casa

A Académica do Lobito e Sagrada Esperança foram ontem protagonistas de uma boa partida, que pecou apenas pela falta de golos, não obstante a entrega dos atletas das duas equipas que tudo fizeram para visar a partida contrária, mas faltou eficácia no momento crucial.

A Académica do Lobito e Sagrada Esperança foram ontem protagonistas de uma boa partida, que pecou apenas pela falta de golos, não obstante a entrega dos atletas das duas equipas que tudo fizeram para visar a partida contrária, mas faltou eficácia no momento crucial.
Estudantes e diamantíferos falharam que se fartaram, por isso, o empate nulo é o resultado justo pela forma como desenrolou a partida, que diga ao abono da verdade correspondeu a expectativa. Bem disputada e com um rigor técnico-táctico, os dois treinadores montaram a melhor estratégia que lhe convinha para contrariar o adversário.
As equipas entraram desinibidos, porém cautelosos nos movimentos. Contudo, foram os anfitriões que mais se espevitaram para o ataque e remeteram os visitantes ao sector mais recuados, de onde partiam para o contra-ataque controlado. Ainda assim, faltava a imprevisibilidade dos pupilos de Paulino Júnior
Com este empate, a Académica do Lobito perde a possibilidade de manter a cultura e o espírito de mando no seu reduto. Cedeu os primeiros pontos no Buraco ante um oponente que se pode considerar do seu campeonato, mas que soube bater o pé a um conjunto aguerrido.
O Sagrada Esperança deixa o Lobito com o sentimento do dever cumprido. Ou seja, não ganhou, mas também, não perdeu, o que já foi bom para quem jogou para não ser  derrotado e procurar sempre pontuar fora, ante adversários não considerados candidatos ao título.
A actuação da equipa de arbitragem liderada por Sabino de Carvalho, assistido por Pedro Futa e Ladislau Miguel (4º arbitro foi Avelino Tchivela), realizou um trabalho aceitável. Com um ou outro erro, não complicou. Esteve à altura das encomendas, pelo que mereceu da nossa parte distinção positiva.