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Chegou o Girabola...

O Campeonato nacional de futebol da primeira divisão, Girabola Zap, volta a polarizar as atenções dos amantes do "desporto-rei", com o começo hoje da 41ª edição.

O Campeonato nacional de futebol da primeira divisão, Girabola Zap, volta a polarizar as atenções dos amantes do \"desporto-rei\", com o começo hoje da 41ª edição. A expectativa é grande nos bastidores, todos aguardam ansiosos o regresso dos \"artistas da bola\" nas quadras, e satisfazer o desejo de vibrar e puxar pelos seus emblemas.
Ficam para trás três meses de defeso, que para os próprios actores do espectáculo desportivo é bem - vindo porque serviu para o merecido repouso e o retemperar de energias, que muitas vezes para o público consumidor constitui um incómodo. Porém, para quem vive o futebol na alma, considera demasiado longa a paragem de três meses.
Contudo, o tempo na sua marcha célere já passou, hoje devolve-nos à festa da bola! É mais um percurso de agitação desportiva que começa. Afinal, para além da peleja propriamente dita que as equipas travar entre si, também há de permeio apostas entre ferrenhos adeptos, sobre quem leva à melhor, neste ou naquele clássico.
Como sempre, vamos ter um campeonato dividido em três grupos, dos chamados gurus, sai edição entra edição, partem para a competição com o propósito da conquista. Não vamos citá-los. Há outros, cujas metas fixadas, às vezes visam apenas melhorar a classificação anterior, e outros ainda, lutam só e apenas pela manutenção na primeira divisão.
Esperamos que as equipas façam face às obrigações da prova. Entretanto, em plena fase de recessão económica é comum nas últimas edições, aparecerem algumas a denunciarem crise financeira, e por via disso, cogitarem a retirada da prova como solução.
A desistência de uma equipa não só cria embaraços a outras concorrentes, como também complica o exercício da estrutura organizativa, no caso, da Federação Angolana de Futebol.
Oxalá não se registem constrangimentos nesse sentido, e que tenhamos um torneio disputado de forma harmoniosa até à derradeira jornada. Aliás, perante a necessidade de  terminar em Agosto,  as equipas vão ter de fazer um exercício suplementar para corresponderem ao que é a orientação da FAF.
Portanto, há o desafio para realizar o campeonato em sete meses, e é o desafio a que todos intervenientes responderam maioritariamente. Logo, desaconselha-se interregnos desnecessários. É sobre isso, que as equipas devem estar precavidas. Há mais deslocações por terra do que pelo ar, para tanto, a condição financeira é importantíssima.