0 / 0

Dificuldades em vista

Ao contrário da eliminatória anterior, os dois embaixadores angolanos nas Afrotaças não evidenciaram logo na primeira -mão da segunda eliminatória, perspectivas de qualificação para a fase seguinte. Embora, os resultados obtidos pelo Petro de Luanda na Taça da Confederação, e pelo 1º de Agosto na Liga dos Campeões não sejam de todo comprometedores, fica a ideia de que os dois emblemas tenham tarefas muito difíceis nos jogos de resposta.

Ao contrário da eliminatória anterior, os dois embaixadores angolanos nas Afrotaças não evidenciaram logo na primeira -mão da segunda eliminatória, perspectivas de qualificação para a fase seguinte. Embora, os resultados obtidos pelo Petro de Luanda na Taça da Confederação, e pelo 1º de Agosto na Liga dos Campeões não sejam de todo comprometedores, fica a ideia de que os dois emblemas tenham tarefas muito difíceis nos jogos de resposta.
E, o facto dos jogos que decidem a continuidade dos emblemas angolanos nas Afrotaças serem no terreno dos adversários, acentua o grau de dificuldades para o Petro de Luanda e o 1º de Agosto que vão  ter de fazer muito mais, do que demonstraram nos jogos de abertura das \"hostilidades\" em Luanda. Tanto uma como outra, viram-se e desejaram-se diante dos respectivos adversários.
O vice -campeão nacional não foi além do empate nulo diante do Supersport United, denotou imensas contrariedades do adversário, que apesar de jogar fora de casa, lançou-se ao ataque e provocou imensos calafrios ao último reduto da turma comandada por Beto Bianchi. Apesar do grande esforço para marcar pelo menos um golo, os tricolores foram incapazes, não por demérito total, mas pela maneira organizada e o futebol evidenciado pelo Supersport United.
Quanto ao campeão nacional, teve mais sorte no resultado, mas ainda assim também não está livre de remover a série de escolhos que podem ser colocados pelos também sul-africanos do Bidvest Wits, que demonstraram não ser a \"pêra doce\" que todos pensavam ser, por ocupar o modesto 11º lugar na liga daquele país.
Os militares conseguiram uma magra vantagem de 1-0, mas ficou claramente evidente que não vai ser fácil mantê-la, pela boa impressão deixada pela equipa adversária, que tal como o outro representante sul-africano, não quiseram deixar os créditos em mãos alheias.
Nem o Supersport United nem o Bidvest Wits denotaram ser presas fáceis, como aconteceu com os adversários da primeira eliminatória, em que os angolanos despacharam sem evidenciarem muito os galões. Na eliminatória anterior, o Petro de Luanda despachou no cômputo geral o Masters Security do Malawi, por 5-0 (5-0 e 0-0) , enquanto na eliminatória para a Liga dos Campeões, os militares superaram nas duas mãos o Platinum FC do Zimbabwe, por 5-1 (3-0 e 2-1).
Não obstante os resultados da primeira -mão, ainda assim, pode não ser exagero nenhum dizer que as duas equipas sul-africanas estão ao alcance das angolanas. E, como não há dois jogos iguais, quer os petrolíferos quer os militares podem perfeitamente regressar da África do Sul com a qualificação garantida, os primeiros transitam para a última etapa, enquanto os últimos entram directamente para a fase de grupos.Vamos torcer para que os dois embaixadores traduzam a aspiração em realidade tangível.